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3 de agosto de 2016

Vem aí a Bienal do Livro de São Paulo ano 2016 - Blog e-Urbanidade

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), chega à sua 24ª edição, com atrações multiculturais voltadas para celebrar a leitura. O evento que ocorre entre 26 de agosto e 4 de setembro de 2016, no Anhembi, reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras, e trará ao público atrações exclusivas, com presença de autores nacionais e internacionais, lançamentos de livros, tardes de autógrafos, oficinas, brincadeiras e debates.

“Existem várias Bienais dentro da Bienal do Livro e queremos que cada visitante descubra a sua. Para os mais cults, conversas com autores conceituados no Salão de Ideias, para os mais jovens, presença de best-sellers de literatura Young Adults na Arena Cultural; para os fãs de gastronomia, oficinas no Cozinhando com Palavras; para as crianças, muita diversão e literatura infantil no Espaço Mauricio de Sousa e BiblioSesc, e por aí vai” afirma Luiz Antônio Torelli, presidente da CBL.

Para a criação da programação cultural, além da própria Câmara Brasileira do Livro, o evento contará novamente com a curadoria do SESC São Paulo e do Itaú Cultural. Juntas, as instituições serão responsáveis pela programação do Salão de Ideias, que contemplará discussões atuais e de amplo interesse com escritores, pensadores e artistas, abordando temas de relevância social e cultural.

Na Arena Cultural, os visitantes terão o contato com autores de best-sellers, nacionais e internacionais, em bate-papos e palestras exclusivas. Nomes como Lucinda Riley, Ava Dellaira, Jennifer Niven, Amy Ewing, Tarryn Fisher, Marian Keyes estarão presentes nesse que é o maior espaço do evento.

Focado no público infantil, o Espaço Mauricio de Sousa trará diversas atividades interativas, com brincadeiras, teatro de fantoches, pinturas e desenho, além de uma exposição sobre os 80 anos do criador da Turma da Mônica.

O Auditório Edições Sesc São Paulo traz uma programação ligada ao universo do livro e conta com atividades interativas para crianças e adultos, encontros com youtubers, profissionais da área de edição, e apresentações de teatro e música. O SESC São Paulo também trará para o evento duas unidades móveis do BiblioSesc: Praça da Palavra e Praça da História, caminhões-biblioteca com uma programação que vai de contação de histórias a espetáculos de música e literatura, sempre buscando o prazer de ler e de ouvir uma boa narrativa. Para os amantes da gastronomia, o Cozinhando com Palavras chega à sua 4ª edição na Bienal do Livro. Com curadoria do chef André Boccato, o espaço une culinária, literatura e cultura, em uma verdadeira gourmet experience, estilo sarau.

Para discussões sobre o setor editorial, o Espaço Ignácio de Loyola Brandão trará debates institucionais sobre temas como, direitos autorais, políticas públicas, lei brasileira de inclusão, produção e vendas no setor e a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. O espaço foi pensado e criado especialmente para homenagear o escritor que completa 80 anos esse ano, vencedor de vários Prêmios Jabuti e que recentemente foi agraciado com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras.

Em parceria com a Câmara Cearense do Livro, o Espaço Cordel e Repente dá visibilidade a rica literatura regional, trazendo dois dos principais movimentos artísticos culturais do Nordeste, que também servem de inspiração para outras artes. O Espaço apresentará cordelistas e repentistas para debates e apresentações. Os fãs também terão a chance de conhecer e pegar autógrafos de seus autores preferidos. Serão três espaços: a Arena de Autógrafos, que receberá os escritores da Arena Cultural, e a Área de Autógrafos 1 e 2 com autores convidados pelos expositores do evento. Para maior conforto do público, as senhas para autógrafos da Arena e da Área de Autógrafos serão distribuídas gradualmente pelo site da Bienal do Livro, dias antes do evento começar.

Além da programação multicultural, a Bienal do Livro quer trazer aos seus visitantes mais conforto e segurança. Este ano, a área de circulação será maior, com ruas mais largas de até 10 metros. Para receber as sessões de autógrafos, foram criados mais dois espaços, além da Arena de Autógrafos, que havia na última edição.

O evento será completamente acessível, com rampas de acesso em todo o pavilhão. A área de alimentação aumentou em 30%, além de carrinhos volantes e vending machines.

O evento conta ainda com 280 expositores, autores e editoras independentes. Entre os nomes confirmados estão: Grupo Autêntica, Companhia das Letras, Editora Cortez, Distribuidora e Edições Loyola, Editora Melhoramentos, Editora Moderna, Editora Novo Século, Panini, Grupo Record, Editora Rocco, Saraiva e Sextante.

Serviço
24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
26 de agosto a 04 de setembro de 2016
Pavilhão de Exposições do Anhembi                    
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana
02012-021 São Paulo – SP

Ingressos
Os visitantes podem fazer a compra antecipada pelo site http://www.bienaldolivrosp.com.br, ou pontos físicos da Tickets For Fun. Até 25 de agosto, serão disponibilizados três pacotes com descontos especiais:

o   Pacote Galerinha: Compre 10 ingressos meias-entradas e ganhe 10% de desconto;
o   Pacote Galera: Compre 5 ingressos inteiros e ganhe 20% de desconto;
o   Pacote Família: Compre 3 ingressos inteiros e ganha 10%.

2ª feira a 5ª feira: R$ 20,00
6ª feira a Domingo: R$ 25,00
Meia-entrada: Estudante / Funcionário SESC SP e matriculados no SESC SP credencial plena
Menores de 12 anos e maiores de 60 não pagam ingresso

15 de maio de 2014

O Segredo do Meu Marido - Blog e-Urbanidade

O Segredo do Meu Marido
Apesar de evitar a compra de livros físicos, continuo visitando as livrarias periodicamente. Nessas visitas normalmente decido sobre os volumes que irei comprar futuramente e ao visitar uma destas megastore, na lista dos mais vendidos, estava O Segredo do Meu Marido. Gostei do resumo e também de algumas poucas resenhas postadas na internet. Arrisquei.

A autora conta a história a partir de três núcleos distintos, tendo como mola propulsora uma carta encontrada por Cecília, nela escrita: apenas abra quando eu morrer. Obviamente, depois de algumas boas páginas, ela abre e, não tem mais jeito, você não consegue mais soltar o livro. Antes, querendo saber o segredo, depois, como a protagonista se virará com tudo aquilo.

Fiquei com a sensação de que se tratava de um livro de chick lit, gênero que já gostei muito. Mas, O Segredo do Meu Marido vai muito além de um bom livro para mulheres. Tudo bem que algumas elucubrações dos personagens não chegam a empolgar, até porque a autora Liane Moriarty foca na ação e nas reviravoltas.

A escritora australiana escreveu outros livros e recomendo O Segredo a quem gosta de boas histórias e bons dramas. Embarquei sem muitas expectativas, talvez isso tenha me ajudado a gostar mais do volume, mesmo concordando que a autora tem uma boa mão para segurar e soltar sua narrativa, com bons ganchos e personagens. Em alguns momentos fiquei na dúvida se não se tratava de um thriller psicológico, claro!, nada comparado a um bom Sidney Sheldon (nos seus primeiros livros), mas bem melhor do que os cada vez mais rasos lançamentos de Marian Keys, qual fui fã e já escrevi várias resenhas elogiando (aliás, no seu último livro, não consegui nem concluir as poucas páginas da "degustação" que Amazon libera para seus leitores).

Depois de se envolver com os seus personagens e história, a autora consegue muito bem amarrar tudo nas últimas páginas, deixando claro seu argumento. Isso torna o livro muito mais prazeroso, mais ou menos como terminar uma boa sobremesa com a parte mais gostosa ao final.

Recomendo!

O Segredo do Meu Marido
Liane Moriarty
Editora Intrinseca
368 páginas.


6 de agosto de 2012

Uma Noite no Chateau Marmont- Blog e-Urbanidade

Uma Noite no Chateau Marmont
Sempre fui animado a ler chick lits, mesmo assim poucos ainda surpreendem. Li O Diabo Veste Prada antes de ser sucesso no cinema e achei razoável. O mais interessante era a possibilidade de nos aproximar do mundo do editorial da moda. Uma amiga ao me presentear com Uma Noite no Chateau Marmont, acho que o quarto romance da autora após o primeiro sucesso, ela disse: “Achei sua cara, pois adorei o Diabo Veste Prada.”  Perguntei se ela havia gostado do livro ou do filme, ela respondeu o último. Sim, não tinha dúvida, é um dos raros acontecimentos que a obra escrita é pior que a versão cinematográfica. Também estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway...

O que acho mais interessante em algumas autoras é capacidade de escrever um romance de quatrocentas e tantas páginas sem histórias paralelas, só focado no plot e no argumento principal. Em Uma Noitea história nos envolve imediatamente, afinal quem não tem interesse de conhecer o glamour do mundo do showbusiness.  Lauren também é enxuta ao escrever contando com a colaboração da tradutora, assim a leitura é rápida e prazerosa.

Brooke trabalha em dois lugares diferentes como nutricionistas para manter a casa e o marido, Julian, um artista duro e com grande talento. Claro, que no início, grande parte das pessoas o acha, na verdade, um encostado. Até tudo mudar: ele grava um disco e fica entre os quatro mais vendido na lista do Billboard. Pronto, tudo muda. O sucesso passa a dividir momentos com intrigas, paparazzo, capas de revistas, mentiras, etc etc

O que é mais interessante nas narrativas da Lauren é que suas personagens são independentes e inteligentes, perfil que me irrita em alguns chick lits. Obviamente rola aquela história cheia de clichês, por exemplo, quando o marido sugere que ela saia do emprego, já que ele agora é um popstar: - E a minha carreira? – pergunta heroína. Chatinho!

Sinceramente gostei do livro. Eu tive o desprazer de ler a segura obra de Lauren, após o sucesso de Diabo  e detestei. Porém, parece que ela acertou a mão, nos desvendando um mundo curioso e, principalmente, por nos levar, com sua personagem principal, pelo red carpet do Grammy. Sem dúvida, é o melhor momento. 

Compre, mas sem muitas expectativas. Pode ser bom!

4 de junho de 2012

A Estrela Mais Brilhante do Céu - Blog e-Urbanidade

A Estrela Mais Brilhante do Céu
Finalmente concluí mais um livro da Marian Keyes. Ufa! Sou fã de carteirinha de vários dos seus livros longuíssimos, como é o caso de A Estrela mais Brilhante no Céu com 598 páginas, mas não me empolguei muito com essa história. E achei o final irritante.

Keyes é uma das autoras de chick lit que mais aprecio. Suas histórias fogem daquela formulação de moças perdidas que pisam na bola sem parar. Também uma das poucas escritoras que inova em suas narrativas e saem da “receita de bolo de sucesso”. E um caso bem claro disso é essa sua última publicação. Além de não usar o texto só em primeira pessoa – característica elementar do estilo -, suas personagens têm quase quarenta anos e saem das triviais crises dos vinte ou trinta anos.

A história gira em torno de vários personagens que moram no mesmo prédio e se cruzam, também, sentimentalmente. Uma delas Lydia, divide apartamento com dois poloneses e mora em um quarto que mal cabe sua cama. O melhor momento dela, sem dúvida, é ao perceber que sua mãe está doente e decide peregrinar pelos médicos para fazer uma ressonância magnética no cérebro da senhora. O final da moça é decepcionante. É mais ou menos quando um autor de novela não consegue criar uma história de amor convincente de um personagem e, no último capítulo, aparece um rapaz lindo para leva-la à redenção.

No mesmo prédio moram Fionn e sua mãe adotiva, Jemina. Ele muda para Dublin para gravar um programa de tevê sobre jardinagem. Porém, o cara é fria pura, se apaixona por qualquer pessoa que cruze seu caminho. Seu melhor momento é quando tenta não ser tão vulnerável ao se relacionar por Katie, a personagem principal. Também achei desnecessária a história do cachorro de Jemina que várias vezes “fala” na narrativa. Um elemento extremamente criativo que fica perdido e é mal utilizado.

O casal problema é protagonizado por Matt e Mavie. É a história mais bem construída e cheia de surpresas. É divertida a forma como eles agem com os problemas pessoais, utilizando a filosofia de fazer uma atitude do bem por dia. O que é lamentável é o fim da história em que entendemos quem é a tal estrela que percorre todo o livro. Muito ruim mesmo.

E por fim, Conall e Katie são os verdadeiros protagonistas da história. Ele é um sujeito workholic e ela o conhece ao comprar a empresa em que trabalha. A relação é bem semelhante com a do Mr. Big e Carrie Bradshaw de Sex and the City, portanto tudo muito previsível. A gente sempre tem certeza que ele vai pisar na bola daqui a pouco.

Fiquei incomodado mesmo com o fechamento da história. Decepcionante o fim dado ao narrador da história. Um dos piores finais que já vi da autora e me senti extremamente enganado. Também, o livro carecia perder pelo menos 100 páginas. Nas últimas laudas a gente fica patinando em um monte de histórias sem fim.

O que posso dizer é que pode ser considerado um livro bom de ler, pois os primeiros livros de Marian nem consegui chegar a metade. Outros triturei em poucos dias. Por isso, concluo, que se você for um leitor ou leitora voraz – como já fui um dia - , vai se divertir na certa. E nem vai querer arrancar umas duzentas páginas. Se já for aquele leitor de final de noite, algumas páginas por dia, poderá encher o saco. É o meu caso atual. Por isso, se vai tirar uns dias de férias e vai ficar de barriga para cima na praia, recomendo. Ou espere os dias de descanso chegar. Do contrário, poderá sair com a minha mesma sensação: que interminável história!

23 de maio de 2011

Cheio de Charme - Marian Keyes - Blog e-Urbanidade


Livro - Cheio de Charme
Finalmente terminei o longuíssimo Cheio de Charme de Marian Keyes, o último livro da autora lançado no fim do ano passado aqui no Brasil. Demorei mais de dois meses para concluir, como disse a dias atrás, não ando conseguindo ler muito nos últimos tempos, mas pelo menos quatro páginas diárias não deixo passar em branco. E como nada disso interessa a vocês, voltemos ao assunto.

Cheio de Charme conta a história de três moças unidas por uma relação com o cheio de charme, Paddy de Courcy. Político e por onde passou deixou sua marca no coração e no corpo das moças que acabam se reunindo, nas últimas páginas, para executar um plano para derrubá-lo. Aliás, a história é super atual, principalmente se dermos uma olhada no escândalo que rodeia a imprensa sobre Dominique Straus-Kahn - presidente do FMI. Uma das personagens parece ser ctrl+c, uma jornalista estuprada pelo político. 

Marian Keyes é considerada a grande rainha do chick lit. Autora de vários livros, inclusive já andei sugerindo alguns deles no blog Lost in Chick lit.  O estilo da escritora está no livro, obviamente. Principalmente, uma longa história que só se desenrola do meio pra frente, ou seja, após mais de 350 páginas lidas. Isso mesmo, o livro tem nada mais e nada menos do que 784 páginas. Eu tenho certeza aboluta que a mesma história seria contada, com até mais vigor, com trezentas páginas a menos.

Mesmo com tanto “espichamento” o livro é agradável, bem diferente de alguns da autora que detestei, como Los Angeles. A escritora voltou a sua boa forma, mas nem só por isso não deixa com que suas personagens fiquem horas falando das suas peripécias sobre se devem ou não tomar vitamina B. É chato, mas diria que nesse livro ela consegue um tom mais possível.

Marian Keyes -
a diva do chick lit
O livro é inovador. Primeiro no formato. A história das três moças é contada por capítulos que possuem fontes diferenciadas e apenas uma delas conta em primeira pessoa. Logo, boa parte do livro é narrado em terceira pessoa, uma novidade quando falamos do estilo chick lit que é caracterizado, principalmente, pela forma mais pessoal de contar suas histórias.

Também é muito divertido (e corajoso) ter um dos mocinhos – e o principal – como cross-dresser, ou seja, homem que gosta de se vestir de mulher. Sem dúvida, só mesmo quem tem vários livros nas costas pode inovar assim e não perder seu público-leitor-consumidor. Inclusive, não faltam cenas de espancamento a mulheres, etc etc.

O livro tem lá seus pontos fracos, um deles é o tamanho, que já falei. A história só começa a acontecer lá pelo meio. Não deixei pelo caminho porque a crítica tinha elogiado muito. E o fechamento é muito inverossímil, não na história em si. Mas três – depois, cinco – moças que foram espancadas batem na porta do rapaz para tomar satisfação anos depois sem um segurança com elas? E o pior, o tal cara violento ouvi tudo, meio irônico, mas sem nenhum empurrão nelas? Muito nada a ver a sequência toda!

Inclusive tinha um sujeito que fazia todo o mal do livro em nome do tal Paddy e não faz nada diante das mulheres, o tal motorista John Espanhol. Olha só que estranho, o cara bota fogo no carro para assustar uma das moças, protege o seu patrão... e na hora aga ele não faz nada? Aliás, nem aparece? Um furo grave da história. 

Sobre o fechamento da história, minha opinião é simples, é resolvido muito facilmente. Acho que nem Marian Keyes aguentava mais escrever tanto, por isso partiu para uma solução fácil.

É um bom livro, sim. Engração, principalmente nas primeiras páginas. Dei boas gargalhadas, sem dúvida, a autora é uma expert nisso. E também gosto da mistura que Keys saber fazer muito bem com assuntos controversos, tais como, alcoolismo, violência a mulher, corrupção na política, conchavos políticos e cross-dressing. Sinto ainda que em alguns casos faltou mergulhar um pouco mais nas histórias, mesmo com tantas páginas algumas coisas ficam meio superficiais, mas acho que isso faz parte da proposta da autora.

Para quem gosta do estilo chick lit não pode deixar de ler. Para quem quer começar a ler os livros da autora, também já dei minha sugestão por aqui. Quem quer um bom livro para se divertir, dar boas gargalhadas, falar sério algumas vezes, é um livro imperdível. Apesar das 784 páginas...

31 de janeiro de 2011

Meme Janeiro - Blog e-Urbanidade



Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!

Não deixe de ler as outras postagens da coluna. Clique aqui

Leitura do momento:

Me (Eu) - Rick Martim
A Pílula do Amor de Drica Pinotti
Apostilas de concurso - Direito Administrativo, Constitucional e Tributário... deliça!

Li essa semana: Apostilas de concurso - Direito Administrativo, Constitucional e Tributário...

Última Compra:
Uma apostila de Direito do Trânsito.

Desejo Comprar Urgentemente:
Ainda meu desejo é essse: o novo livro da Marian Keyes. A crítica tem sido ótima! Mas quero comprar em elivro. Será que a Bertrand vai demorar a disponibilizar.

Conversa imaginária com personagem fictício:
Amanda, você continua devagar.  (Pílula do Amor).

Eu falaria para o autor:
Clint Eastwood: Adorei seu novo filme, mas não podia ser um pouco menos lento?
Estado de Espirito Literário: tentando correr atrás do tempo perdido. Relendo meu segundo livro que já está na editora, nome quase oficial "O Ateliê". E começando o terceiro, afinal não consigo dormir sem pensar nos meus personagens.

Literary Crush (paixão literária do momento): Não chega a ser uma paixão, mas as apostilas e livros de concurso é o que bomba.

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
Continuo curtindo No Ordinary Family

28 de dezembro de 2010

Meme de final de ano - Blog e-Urbanidade


Estou mesmo sumido do Meme Semanal. Mas, o fim de ano não foi fácil e andei lendo pouco, tendo em vista que o volume da galera aqui é de dois a três livros por semana. Mal consegui um neste período, apesar de ler sempre. Então, mesmo que os meus níveis não estejam na proporção da galera, tomei vergonha na cara e estou aqui!

Texto explicativo: Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequenas informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiros, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui!
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Leitura do momento:
Me (Eu) - Rick Martim
A Pílula do Amor de Drica Pinotti

Li essa semana:
Leitre Derramado
de Chico Buarque - mas, desisti. Culpa do Gato Sabido. Comprei o elivro e fui transferir para o IPad e não foi. Então, parei mesmo. Revoltado de não poder copiar para meu novo leitor.
Resenhei essa semana:
Apenas filmes, dois brasileiros: Lula, o Filho do Brasil e Proibido Fumar.

Última Compra:
Me. Comprei no Amazon, há muito tempre precisa voltar a ler em inglês.

Desejo Comprar Urgentemente:
O novo livro da Marian Keyes. A crítica tem sido ótima! Mas quero comprar em elivro. Será que a Bertrand vai demorar a disponibilizar.

Conversa imaginária com personagem fictício:
Amanda, sei que você é hipocondríaca, mas achei você meio chatinha nos primeiros capítulos. Mas sigo firme sua história (Pílula do Amor).

Eu falaria para o autor:
Rick adorei sua proposta de expor sua vida e não dos outros. A forma elegante de escrever sem ter que dizer quem fez isso ou aquilo foi impressionantemente charmosa. Parabéns pelo livro! (Me)

Estado de Espirito Literário: tentando correr atrás do tempo perdido. Relendo meu segundo livro que já está na editora, nome quase oficial "O Ateliê". E começando o terceiro, afinal não consigo dormir sem pensar nos meus personagens.

Literary Crush (paixão literária do momento): Meus livros e encontrar elivros bacanas para serem comprados.

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
Proibido Fumar. Veja o trailer.
Feliz 2011 para toda a turma do Chick Lit. Adoro demais essa turma animada com suas leituras. Sinto-me revigorado a cada vez que leio os Meme de todos.

30 de novembro de 2010

A Dieta das Chocólatras - Blog e-Urbanidade

Ufa, terminei! Foi realmente essa a sensação que tive ao concluir o livro A Dieta das Chocólatras, continuação de O Clube das Chocólatras que já falei aqui e teci vários elogios.

A Dieta das Chocólatras
O livro continua contando a história do grupo de quatro amigas, Lucy, Chatan, Nadia e Autumn, que são loucas por chocolate e não conseguem passar um minuto – ou página – sem comer um ou dois chocolates. É difícil imaginar como elas podem manter o peso aparentemente estável.

Enquanto ao final do primeiro volume a heroína, Lucy, acabara de ter o seu amor resolvido com o Paquera, agora tudo volta a zero e se prolonga por longas e longas páginas. Digo que cheguei a irritar-me com a volta dela com o ex, o Marcos, e ter um casamento marcado e quase realizado.

Daí brota o grande problema. Enquanto no primeiro livro a gente se divertia com as bobagens e certa insegurança da moça, agora ela se aproxima muito da burrice. E o pior, ela nunca é capaz de tomar uma decisão, são as pessoas que o fazem por ela.

Fiquei com uma impressão ruim de toda a construção da história e o clima de final feliz, mesmo que até no crime organizado as moças tenham se metido.

Então, minha proposta é a seguinte: fique só com a primeira parte da história, O Clube das Chocólatras. Eu conto em duas linhas o que acontece no segundo para você. Assim, economiza tempo e dinheiro. E não fica achando que Lucy é uma grande idiota.

11 de outubro de 2010

O Cube das Chocólatras - Blog e-Urbanidade


O Clube das Chocólatras
de Caroline Mattews
A vida não anda mole e ainda continuo naquela perspectiva de que na semana que vem será tudo mais fácil. Como isso não acontece, ando lendo a conta-gotas mesmo. Sempre no fim da noite alguns capítulos ou páginas.

Por sugestão do Lost In Chick Lit cedi à leitura de um livro de nome inusitado, O Clube das Chocólatras, de Caroline Mattews. Segundo a blogueira, eu iria adorar o livro, tinha meu estilo de humor.

Assim que li as primeiras páginas não tive dúvida nenhuma de que a escolha tinha realmente tudo a ver comigo. Uma história cheia de bons momentos, boas viradas e muito chocolate, obviamente. E olha só, não sou fã de chocolate, mas juro que numa noite, após a leitura, saí correndo atrás de algum que me pudesse satisfazer.

A história gira em torno de quatro personagens, tendo com eixo central – escrito na primeira pessoa – Lucy Lombard. Uma moça que está em busca de um lugar no mercado de trabalho e busca um amor verdadeiro. Por isso, de quebra, ela tem três relacionamentos que gira em torno de si, apesar de sabermos desde o início com quem ela vai terminar nas últimas páginas.

Graças ao jeito atrapalhado de Lucy temos os melhores momentos do livro. Ri à vontade quando a personagem foi para um encontro da empresa e tinham que descer numa correnteza de um rio de bote. Achei que em alguns momentos Lucy quase chega a se parecer com as heroínas de Sophie Kynsella – autora que sabe muito bem como colocar as suas personagens em apuros e que chega a ser bem desconcertante.

Mesmo assim, porém, Caroline não coloca sua personagem em limites tão assustadores, mas penso que pegou um pouco pesado na história da livraria. Mas em nada muda a qualidade da história, bem amarrada e construída.

As amigas também passam por poucas e boas. Duas casadas vivem seus problemas de relacionamento com seus maridos. Chantal tem um esposo que não olha para ela, assim ela se sente livre para trair. Já Nadia percebe que seu marido está viciado em jogo e toda a grana familiar vai pelo ralo. Já a solteira Autumn tem um irmão drogado e vive um romance platônico pelo colega do trabalho.

No final senti que algumas histórias ficaram meio soltas. Em minha opinião haveria de ter alguma explicação posterior no caso das jóias, também sobre Jazz e da relação de Autumn. Mas fique tranquilo, nada disso prejudica o livro, apenas o deixa menos redondo.

Sem nenhuma dúvida é um dos grandes livros de chik lit. Quem gosta do estilo, trate de lê-lo, pois a diversão é certa. É uma típica comédia romântica. Se for chocólatra trate de não tê-los em casa, pois poderá engodar muitos quilos pelo tanto de chocolate que se consome a cada página.

Boa leitura.

13 de setembro de 2010

Meme semanal 2 - Blog e-Urbanidade

Leitura do momento:O Clube das Chocólatras de Carole Matheus
Amores Incertos de Roberta Polito

Li essa semana:
Um Aprendizado ou O Livro dos Prazers - Clarice Lispector
Nove Minutos com Blanda - Fernanda França

Resenhei essa semana:Um Aprendizado ou O Livro dos Prazers - Clarice Lispector
Nove Minutos com Blanda - Fernanda França
Super Posts:
Respeitável Burguer no Gastronomix (Fiquei sabendo que tem gente me odiando, depois que escrevi.)
Um Aprendizado ou O Livro dos Prazers - Clarice Lispector

Última Compra:
Nada! Contenção de despesas!

Desejo Comprar Urgentemente:
O Solteirão - Carly Phillipes

Conversa imaginária com personagem fictício:"Bernardo, me passa o telefone do chaveiro!" - do livro Nove Minutos com Blanda.

Eu falaria para o autor:
"Clarice, não consigo desvendar Lóri. E nem você!"

Estado de Espirito Literário:
Quero ler Anjo Pornográfico mas o canto dos chick lits fascinam-me.

Queria ver no Brasil:
Mais ebooks traduzidos. É ridículo o que se tem para vender no momento. E na internet prolifera as possibilidades de baixar livros sem custo. Não quero piratear, mas está difícil.

Im in mood for... (gênero literário do momento):Livros de marketing do MBA.

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):Montagens do YouTube com a cena em que Diana descobre o que tem no computador do Gerson, de Passione.

Nove minutos com Blanda - Blog e-Urbanidade

Capa de 9 Minutos com Blanda
É verdade que o mercado brasileiro dos chick lits tem recebido bons autores nacionais e tive o prazer de finalmente ler o Nove Minutos com Blanda. O motivo da demora era a lista interminável de livros que estavam na cabeceira da minha cama. Agora tenho apenas cinco volumes lá...


Nove Minutos com Blanda é uma história bem divertida e daquelas românticas, para quem gosta de final feliz e algumas complicações básicas para chegar lá. Devo dizer que Fernanda França (na foto abaixo) tem um jeito muito leve e simpático para escrever. Até nas grandes reviravoltas ela consegue ser clara, sem pegar pesado. É quase um passeio pela vida da protagonista.

Blanda é uma garota de vinte e cinco anos com alguns problemas básicos. Uma crise no relacionamento afetivo que se arrasta por algum tempo. Uma carreira indefinida, com aquelas questões nossas de cada dia, qual o limite entre fazer o que gosto e o que preciso pra ganhar dinheiro. Uma história mal contada da separação dos pais e, por fim, um rapaz lindo, simpático que aparece de vez em quando para deixá-la em dúvida sobre seu relacionamento.


Um dos pontos alto do livro, além da forma de escrever da autora, é a história de amor que tem um desfecho esperado, mas com algumas peripécias bem construídas. E gosto de autores que conseguem não deixar o happy end na última página. É verdade que ela fez isso bem antes do fim e, daí, arrumei-me melhor no sofá para ver com ela se segurava. Afinal, nas leituras que fazemos sempre aprendemos com a forma de escrever do outro e nas saídas escolhidas. E ponto para Fernanda, ela conseguiu fechar a história de forma surpreendente e sem parecer que tinha acabado antes.

Eu só achei que a história demora um pouco para começar. No início fiquei na dúvida sobre para onde ela nos levaria. Mas lá pela página oitenta é pego pela história e pronto! O caminho é simples.

Também penso que as tintas jogadas sobre o namorado Max pareceram-me um pouco fortes demais. É fácil saber que ele era um zero à esquerda e fazer uma reunião de família para deixar isso tudo claro, soou meio irreal. Deixar o mico às claras, para todos verem? Mas é um elemento muito usado, por exemplo, pela Sophie Kinsella nos seus livros e personagens. Portanto, é um estilo bacana e faz sentido. O bom é que ela põe a personagem na cena inusitada, para mim, e se sai bem. A construção ficou muito bem feita.

Agora o tal Bernardo é o cara, heim? A história de sair do apartamento e voltar com o chaveiro... Já guardei como sugestão, quando quiser arrasar! Até eu me arrepiei! O cara é um galanteador de marca maior!

Só achei meio estranho ele fazer uma declaração de amor – linda! – no julgamento e o Juiz aceitar. Afinal, Blanda sabia que podia derrubar a testemunha apenas dizendo que o rapaz era namorado da pessoa que estava processando. Se ele faz uma declaração de amor daquelas e não parece que estava defendendo a protagonista? (Ah, também não entendo nada de Direito, talvez seja pura burrice da minha parte...)

O romance é delicioso, sim. Como aprendi nos cursos de teledramaturgia, o bom escritor é aquele que faz tudo parecer verossímil. E pronto, isso Fernanda França faz, até porque receber uma declaração daquelas, na frente de todos e de um Juiz, não é pra qualquer um.


Se você ainda não leu Nove minutos... deve adquirir o livro já. É uma dessas leituras perfeitas de chick lit e, principalmente, por ser nacional. E para as românticas que curtem boas histórias de amor é uma obrigação, principalmente para quem curte, por exemplo, Sophie Kinsella.


Não deixe de pedir na livraria e se divertir. Boa leitura!

5 de setembro de 2010

Meme no Lost in Chick Lit - Blog e-Urbanidade


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Leitura do momento:
Anjo Pornográfico de Ruy Castro
O Clube das Chocólotras de Carole Mattheus
Um aprendizado ou o Livro dos Prazeres de Clarice Lispector

Li essa semana:O Segredo de Emma Corrigan de Sophie Kinsella
Nove Minutos com Blanda de Fernanda França

Resenhei essa semana:O Segredo de Emma Corrigan de Sophie Kinsella

Última Compra:
Criação de Curta-metragem em vídeo digital de Alex Moletta

Desejo Comprar Urgentemente:Leite Derramado de Chico Buarque

Conversa imaginária com personagem fictício:
Quero ser rico!

Eu falaria para o autor:Sophie Kinsella me passa seus contatos! Você tirou a sorte grande.

Estado de Espirito Literário:Quero encontrar mais ebooks na internet. Agora quero comprar todos para o e-reader.

Literary Crush (paixão literária do momento):Clarice, sempre!

Im in mood for... (gênero literário do momento): Qualquer coisa que fale de vampiros.

Vi e viciei (booktrailers, trailers, videos whatever):
Glee
Ti-ti-ti

O Segredo de Emma Corrigan - Blog e-Urbanidade

Finalmente trago novidades sobre um livro de Sophie Kinsella (foto), a autora da série em que leva a shopping holic Becky Bloom pelas ruas de Nova Iorque em busca de compras – e que virou um filme bem mediano.

Já me aventurei em outros livro da moça, o tal do Lembra de Mim (veja uma crítica que fiz sobre o livro, clicando aqui) e Samantha Sweet, Executiva do Lar. Odiei esse último, mas fui até o fim. Resisti! Como não desisto nunca e tinha uma pulga atrás da orelha que dizia: essa mulher faz sucesso por algum motivo, preciso saber.

Fui para O Segredo de Emma Corrigan e me diverti muito. Kinsella tem uma característica impressionante para criar suas histórias, a mesma usada em bons filmes e programas de comédia, coloca o personagem numa situação limite e complicada e brinca-se com as confusões e possibilidades .

O Segredo de Emma Corrigan parte de uma premissa simples, que acho ser um ponto relevante da autora, as histórias dela são baseadas numa protagonista forte e quando você pensa que ela não vai conseguir segurar a peteca por duzentas páginas, ela consegue. Vamos à história: Emma morre de medo de avião, então, numa turbulência, ela resolve contar todos os seus segredos para o sujeito sentado ao seu lado. E lá pelas tantas ela descobre que ele é o diretor da empresa que ela trabalha e nunca o viu, apenas ouviu falar dele.
As situações são divertidas e realmente dá para perceber alguns pontos positivos na forma de escrever da autora, a primeira, já falei acima, o texto simples e uma narrativa direta e sem grandes reviravoltas. Porém, bem amarrada com alguns ganchos previsíveis, mas que cumprem bem a função, querer ler o próximo capítulo.

Outro fator, são suas personagens sempre envolvidas em relações profissionais de relevância, afinal a autora trabalhou anos num jornal de economia, por isso, pode esbanjar um universo profissional característicos e bem verossímil do mundo que se presta a escrever.

Não gosto muito da forma melosa da escritora, tem horas que me sinto lendo Júlia, Bianca, etc, pra quem se lembra daquelas coleções antigas e românticas. Incomoda a mim qualquer autor terminar a história de amor na última página, parece muito “foram felizes para sempre”. Talvez seja por isso que a autora faça tanto sucesso entre as mulheres.

Bom, então vamos a alguns motivos por que se deve ler O Segredo de Emma Corrigan:

- O argumento é engraçado e autora consegue segurar bem pelas duzentas e poucas páginas. Existe até um “moral da história” interessante sobre as mentiras.

- É romântico e meloso. Eu não gosto muito, mas você pode gostar.

- Boas tiradas, muito engraçadas. Quando um livro leva de mim uma boa gargalhada, eu tiro o chapéu. E ela consegue. Ri muito, por exemplo, quando ela tenta esquecer o tal amor dela e resolve escrever na mão para se lembrar.

- Aqui para os escritores: a forma concisa de escrever da autora. O texto é simples e a gente tem a sensação que ela não vai segurar aquele simples argumento por tantas páginas. Mas, pasmem!, ela consegue e tem muita carta na manga. Os ganchos ao fim do capítulo são bem pensados. Também a protagonista que reina absoluta durante toda a história é um elemento bem interessante na forma de escrever dela. Não existem cenas ou histórias secundárias que dão suporte para uma principal. Tudo é centrado lá e Emma está em todas as páginas do livro.
- Um ponto bem negativo da autora: tem horas que a personagem dela parece ser muito burra. Tem coisas que ela diz umas coisas que é de amargar que estão mais que óbvias na cena construída.

Bom, a autora acaba de lançar um novo livro que estava bombando na Bienal de São Paulo desde ano, Menina de Vinte. Vou ler, mas acho que já dei bola demais para autora por hora. Eu saí de Lembra de Mim bem arrasado. Agora que limpou um pouco a barra, vou deixar para o futuro, que a Deus pertence. (Leia a resenha do livro no Lost In Chick Lit, clique aqui!)
Se quiser saber mais da autora, também dê uma olhada no linkdo Lost... e clique aqui.

20 de junho de 2010

A Vida Sexual da Minha Tia - Blog e-Urbanidade

Uma coisa posso me gabar, nesta confusão toda que encontra minha vida, tenho conseguido ler, mesmo que seja um capítulo enquanto meus olhos tentam se juntar. Tentam porque a insônia me ataca mesmo, em véspera de inauguração do Morar Mais.

Estou com quatro livros na minha cabeceira e acabo de terminar A Vida Sexual da Minha Tia de Mavis Cheek. Para dizer a verdade, o titulo me chamou muita atenção, tratei de anotar e comprar na próxima ida na livraria, pois trata-se de uma grande editora, portanto fácil de encontrar nas bookstores.

Gostei muito do livro, mas apenas o início e fim. Aliás, ao iniciar senti que estava lendo uma daquelas boas autoras que sabem expressar muito bem o cotidiano de uma relação de muitos anos de casamento. Digo que um dos bons que encontrei até hoje, depois do ótimo Vida Conjugal do mexicano Sérgio Pitol. (Os acadêmicos não me detestem por essa comparação).

O livro retrata a vida de uma senhora, chegando aos sessenta anos, que de repente arruma um amante, mais jovem, claro! Daí ela passa a conviver entre a relação segura do casamento e a diabruras sexuais com o rapaz. E para justificar as saídas de casa, uma explicação simples: fora cuidar da tinha velhinha, que aparece nas últimas páginas, dando sentido a tudo e fazendo a história bobinha virar um bom livro.

Acho difícil dizer: corra, você precisa ler! Mas, também não acho que seja ruim. A narrativa é muito lenta, por isso, os amantes de chick lit – classificação que o livro se encontra, apesar de ser nomeado como um hen lit, uma subcategorização do estilo – podem detestar. Mas devo confessar, também não são todas e todos autores do estilo que me agradam.

Mesmo assim, porém, é boa história para quem é casado, principalmente. E cansou de ler os chick lit recheados de moças por volta dos trinta anos, procurando sentido para sua vida. E normalmente, são bem descompensadas. Por isso, obviamente são muito divertidos.

Penso ainda que o livro merecia menos cinquenta páginas, pois é bem interessante no início e muito melhor no final. O meio é tão sem reversão de expectativa que chega a parecer telenovela na década de 80, com as tais barrigas costumeiras.

Agora o fim é bem divertido, apesar de possível. Assim, fica-se com um sensação de tempo perdido que logo passa. A boa escrita da autora e o retrato de uma relação duradoura fazem do livro uma boa pedida. Preste atenção, boa!

Se você procura um livro com uma personagem adulta e sem muitas maluquicer, dos tais chick lit, este é uma boa escolha e quem sabe, é fisgado de vez pelo estilo. Afinal, acho que nisso cada um deve ter o seu preferido.